terça-feira, 29 de junho de 2010

Controle da respiração */*


Em relativo repouso, a freqüência respiratória é da ordem de 10 a 15 movimentos por minuto.

A respiração é controlada automaticamente por um centro nervoso localizado no bulbo. Desse centro partem os nervos responsáveis pela contração dos músculos respiratórios (diafragma e músculos intercostais). Os sinais nervosos são transmitidos desse centro através da coluna espinhal para os músculos da respiração. O mais importante músculo da respiração, o diafragma, recebe os sinais respiratórios através de um nervo especial, o nervo frênico, que deixa a medula espinhal na metade superior do pescoço e dirige-se para baixo, através do tórax até o diafragma. Os sinais para os músculos expiratórios, especialmente os músculos abdominais, são transmitidos para a porção baixa da medula espinhal, para os nervos espinhais que inervam os músculos. Impulsos iniciados pela estimulação psíquica ou sensorial do córtex cerebral podem afetar a respiração. Em condições normais, o centro respiratório (CR) produz, a cada 5 segundos, um impulso nervoso que estimula a contração da musculatura torácica e do diafragma, fazendo-nos inspirar. O CR é capaz de aumentar e de diminuir tanto a freqüência como a amplitude dos movimentos respiratórios, pois possui quimiorreceptores que são bastante sensíveis ao pH do plasma. Essa capacidade permite que os tecidos recebam a quantidade de oxigênio que necessitam, além de remover adequadamente o gás carbônico. Quando o sangue torna-se mais ácido devido ao aumento do gás carbônico, o centro respiratório induz a aceleração dos movimentos respiratórios. Dessa forma, tanto a freqüência quanto a amplitude da respiração tornam-se aumentadas devido à excitação do CR.

Em situação contrária, com a depressão do CR, ocorre diminuição da freqüência e amplitude respiratórias.

A respiração é ainda o principal mecanismo de controle do pH do sangue.



O aumento da concentração de CO2 desloca a reação para a direita, enquanto sua redução desloca para a esquerda.

Dessa forma, o aumento da concentração de CO2 no sangue provoca aumento de íons H+ e o plasma tende ao pH ácido. Se a concentração de CO2 diminui, o pH do plasma sangüíneo tende a se tornar mais básico (ou alcalino).

Se o pH está abaixo do normal (acidose), o centro respiratório é excitado, aumentando a freqüência e a amplitude dos movimentos respiratórios. O aumento da ventilação pulmonar determina eliminação de maior quantidade de CO2, o que eleva o pH do plasma ao seu valor normal.

Caso o pH do plasma esteja acima do normal (alcalose), o centro respiratório é deprimido, diminuindo a freqüência e a amplitude dos movimentos respiratórios. Com a diminuição na ventilação pulmonar, há retenção de CO2 e maior produção de íons H+, o que determina queda no pH plasmático até seus valores normais.

A ansiedade e os estados ansiosos promovem liberação de adrenalina que, freqüentemente levam também à hiperventilação, algumas vezes de tal intensidade que o indivíduo torna seus líquidos orgânicos alcalóticos (básicos), eliminando grande quantidade de dióxido de carbono, precipitando, assim, contrações dos músculos de todo o corpo.

Se a concentração de gás carbônico cair a valores muito baixos, outras conseqüências extremamente danosas podem ocorrer, como o desenvolvimento de um quadro de alcalose que pode levar a uma irritabilidade do sistema nervoso, resultando, algumas vezes, em tetania (contrações musculares involuntárias por todo o corpo) ou mesmo convulsões epilépticas.

Existem algumas ocasiões em que a concentração de oxigênio nos alvéolos cai a valores muito baixos. Isso ocorre especialmente quando se sobe a lugares muito altos, onde a concentração de oxigênio na atmosfera é muito baixa ou quando uma pessoa contrai pneumonia ou alguma outra doença que reduza o oxigênio nos alvéolos. Sob tais condições, quimiorreceptores localizados nas artérias carótida (do pescoço) e aorta são estimulados e enviam sinais pelos nervos vago e glossofaríngeo, estimulando os centros respiratórios no sentido de aumentar a ventilação pulmonar.

Respiração pulmonar *P


A RESPIRAÇÃO

Ventilação pulmonar

A inspiração, que promove a entrada de ar nos pulmões, dá-se pela contração da musculatura do diafragma e dos músculos intercostais. O diafragma abaixa e as costelas elevam-se, promovendo o aumento da caixa torácica, com conseqüente redução da pressão interna (em relação à externa), forçando o ar a entrar nos pulmões.


A expiração, que promove a saída de ar dos pulmões, dá-se pelo relaxamento da musculatura do diafragma e dos músculos intercostais. O diafragma eleva-se e as costelas abaixam, o que diminui o volume da caixa torácica, com conseqüente aumento da pressão interna, forçando o ar a sair dos pulmões.



Transporte de gases respiratórios

O transporte de gás oxigênio está a cargo da hemoglobina, proteína presente nas hemácias. Cada molécula de hemoglobina combina-se com 4 moléculas de gás oxigênio, formando a oxi-hemoglobina.


Nos alvéolos pulmonares o gás oxigênio do ar difunde-se para os capilares sangüíneos e penetra nas hemácias, onde se combina com a hemoglobina, enquanto o gás carbônico (CO2) é liberado para o ar (processo chamado hematose).

Nos tecidos ocorre um processo inverso: o gás oxigênio dissocia-se da hemoglobina e difunde-se pelo líquido tissular, atingindo as células. A maior parte do gás carbônico (cerca de 70%) liberado pelas células no líquido tissular penetra nas hemácias e reage com a água, formando o ácido carbônico, que logo se dissocia e dá origem a íons H+ e bicarbonato (HCO3-), difundindo-se para o plasma sangüíneo, onde ajudam a manter o grau de acidez do sangue. Cerca de 23% do gás carbônico liberado pelos tecidos associam-se à própria hemoglobina, formando a carboemoglobina. O restante dissolve-se no plasma.


OBS: O monóxido de carbono, liberado pela “queima” incompleta de combustíveis fósseis e pela fumaça dos cigarros entre outros, combina-se com a hemoglobina de uma maneira mais estável do que o oxigênio, formando o carboxiemoglobina. Dessa forma, a hemoglobina fica impossibilitada de transportar o oxigênio, podendo levar à morte por asfixia. Veja as tabelas abaixo, retiradas da prova do ENEM de 98:

Um dos índices de qualidade do ar diz respeito à concentração de monóxido de carbono (CO), pois esse gás pode causar vários danos à saúde. A tabela abaixo mostra a relação entre a qualidade do ar e a concentração de CO.

Qualidade do ar
Concentração de CO – ppm* (média de 8h)

Inadequada
15 a 30

Péssima
30 a 40

Crítica
Acima de 40


* ppm (parte por milhão) = 1 micrograma de CO por grama de ar 10 –6 g



Para analisar os efeitos do CO sobre os seres humanos, dispõe-se dos seguintes dados:

Concentração de CO (ppm)
Sintomas em seres humanos

10
Nenhum

15
Diminuição da capacidade visual

60
Dores de cabeça

100
Tonturas, fraqueza muscular

270
Inconsciência

800
Morte

terça-feira, 15 de junho de 2010

História das Copas do Mundo % )







De quatro em quatro anos, seleções de futebol de diversos países do mundo se reúnem para disputar a Copa do Mundo de Futebol.
A competição foi criada pelo francês Jules Rimet, em 1928, após ter assumido o comando da instituição mais importante do futebol mundial: a FIFA ( Federation International Football Association).
A primeira edição da Copa do Mundo foi realizada no Uruguai em 1930. Contou com a participação de apenas 16 seleções, que foram convidadas pela FIFA, sem disputa de eliminatórias, como acontece atualmente. A seleção uruguaia sagrou-se campeã e pôde ficar, por quatro anos, com a taça Jules Rimet.
Nas duas copas seguintes (1934 e 1938) a Itália ficou com o título. Porém, entre os anos de 1942 e 1946, a competição foi suspensa em função da eclosão da Segunda Guerra Mundial.
Em 1950, o Brasil foi escolhido para sediar a Copa do Mundo. Os brasileiros ficaram entusiasmados e confiantes no título. Com uma ótima equipe, o Brasil chegou à final contra o Uruguai. A final, realizada no recém construído Maracanã (Rio de Janeiro - RJ) teve a presença de aproximadamente 200 mil espectadores. Um simples empate daria o título ao Brasil, porém a celeste olímpica uruguaia conseguiu o que parecia impossível: venceu o Brasil por 2 a 1 e tornou-se campeã. O Maracanã se calou e o choro tomou conta do país do futebol.
O Brasil sentiria o gosto de erguer a taça pela primeira vez em 1958, na copa disputada na Suécia. Neste ano, apareceu para o mundo, jogando pela seleção brasileira, aquele que seria considerado o melhor jogador de futebol de todos os tempos: Edson Arantes do Nascimento, o Pelé.
Quatro anos após a conquista na Suécia, o Brasil voltou a provar o gostinho do título. Em 1962, no Chile, a seleção brasileira conquistou pela segunda vez a taça.
Em 1970, no México, com uma equipe formada por excelentes jogadores ( Pelé, Tostão, Rivelino, Carlos Alberto Torres entre outros), o Brasil tornou-se pela terceira vez campeão do mundo ao vencer a Itália por 4 a 1. Ao tornar-se tricampeão, o Brasil ganhou o direito de ficar em definitivo com a posse da taça Jules Rimet.
Após o título de 1970, o Brasil entrou num jejum de 24 anos sem título. A conquista voltou a ocorrer em 1994, na Copa do Mundo dos Estados Unidos. Liderada pelo artilheiro Romário, nossa seleção venceu a Itália numa emocionante disputa por pênaltis. Quatro anos depois, o Brasil chegaria novamente a final, porém perderia o título para o pais anfitrião: a França.
Em 2002, na Copa do Mundo do Japão / Coréia do Sul, liderada pelo goleador Ronaldo, o Brasil sagrou-se pentacampeão ao derrotar a seleção da Alemanha por 2 a 0.
Em 2006, foi realizada a Copa do Mundo da Alemanha. A competição retornou para os gramados da Europa. O evento foi muito disputado e repleto de emoções, como sempre foi. A Itália sagrou-se campeã ao derrotar, na final, a França pelo placar de 5 a 3 nos pênaltis. No tempo normal, o jogo terminou empatado em 1 a 1.
Em 2010, pela primeira vez na história, a Copa do Mundo será realizada no continente africano. A África do Sul será a sede do evento.
Em 2014, a Copa do Mundo será realizada no Brasil. O evento retornará ao território brasileiro após 64 anos, pois foi em 1950 que ocorreu a última copa no Brasil.

Curiosidades sobre a História da Copa do Mundo de Futebol



A Copa do Mundo é um evento que reúne muitas fatos curiosos. Idealizada na fundação da FIFA em 1904, a Copa do Mundo só foi realizada após a reconstrução da Europa dos destroços da Primeira Guerra Mundial. O primeiro torneio foi disputado em 1930 no Uruguai. Os anfitriões foram os primeiros campeões mundiais. O Brasil ganhou as Copas de 1958 na Suécia, 1962 no Chile, 1970 no México, 1994 nos Estados Unidos e 2002 na Coreia do Sul e Japão. Conheça mais sobre as curiosidades das Copas do Mundo.

• O atacante da Coreia do Norte Kim Myong-Won foi registrado na competição como goleiro. Porém, segundo a FIFA, o jogador só poderá atuar na Copa do Mundo de 2010 como goleiro.

• O jogador mais alto da Copa do Mundo de 2010 é o atacante sérvio Nikola Zigic com 2,02m. Um centímetro apenas mais alto que outro atacante da Copa de 2010, o inglês Peter Crouch. Um inglês é o jogador mais baixo inscrito na Copa da África do Sul. Com 1,65 o meio-campista Aaron Lennon é a prova que o futebol é um esporte democrático. Lennon é mais baixo um centímetro do que quatro atletas convocados: o lateral argentino Clemente Rodriguez, os hondurenhos Danilo Turcios e Walter Martinez e o zagueiro Arthur Boka da Costa do Marfim.

• O jogador brasileiro mais alto é Doni com 1,94m e o mais baixo é o meia Josué com 1,69. Gilberto e Gilberto Silva nasceram em 1976, enquanto Ramires é de 1987 (o mais novo jogador brasileiro na Copa do Mundo de 2010).

• Daniel Fernandes é o jogador português mais alto com 1,94m. O atacanete Simão é o mais baixo com 1,70. Deco é o mais velho com 32 anos e o mais novo era Nani, mas como foi cortado por contusão o português mais novo no Mundial será Miguel Veloso (24 anos).

• O jogador mais velho da Copa do Mundo da África do Sul é o goleiro inglês David James com 39 anos e dez meses. O jogador mais jovem é o meio-campista dinamarquês Christian Eriksen.

- O recorde de gols em Copas é do francês Fontaine com 13 gols;
- O Brasil é o único país que participou de todas as Copas do Mundo;
- O Brasil é o país com mais títulos conquistados: total de cinco;
- A Itália foi quatro vezes campeã mundial. A Alemanha foi três vezes, seguida das bi-campeãs Argentina e Uruguai. Inglaterra e França possuem apenas um título cada;
- A Copa do Mundo é o segundo maior evento esportivo do planeta;
- As Copas do Mundo da França (1998) e Japão / Coréia do Sul (2002) foram as únicas que tiveram a participação de 32 seleções. A Copa do Mundo da Alemanha 2006 teve o mesmo número de seleções participantes.
Os campeões de todos os tempos
Uruguai (1930) / Itália (1934) / Itália (1938) / Uruguai (1950) / Alemanha (1954) / Brasil (1958) / Brasil ( 1962) / Inglaterra ( 1966) / Brasil (1970) / Alemanha (1974) / Argentina (1978) / Itália (1982) / Argentina (1986) / Alemanha (1990) / Brasil (1994) / França (1998) / Brasil (2002), Itália (2006).

História das Copas do Mundo 8)



De quatro em quatro anos, seleções de futebol de diversos países do mundo se reúnem para disputar a Copa do Mundo de Futebol.
A competição foi criada pelo francês Jules Rimet, em 1928, após ter assumido o comando da instituição mais importante do futebol mundial: a FIFA ( Federation International Football Association).
A primeira edição da Copa do Mundo foi realizada no Uruguai em 1930. Contou com a participação de apenas 16 seleções, que foram convidadas pela FIFA, sem disputa de eliminatórias, como acontece atualmente. A seleção uruguaia sagrou-se campeã e pôde ficar, por quatro anos, com a taça Jules Rimet.
Nas duas copas seguintes (1934 e 1938) a Itália ficou com o título. Porém, entre os anos de 1942 e 1946, a competição foi suspensa em função da eclosão da Segunda Guerra Mundial.
Em 1950, o Brasil foi escolhido para sediar a Copa do Mundo. Os brasileiros ficaram entusiasmados e confiantes no título. Com uma ótima equipe, o Brasil chegou à final contra o Uruguai. A final, realizada no recém construído Maracanã (Rio de Janeiro - RJ) teve a presença de aproximadamente 200 mil espectadores. Um simples empate daria o título ao Brasil, porém a celeste olímpica uruguaia conseguiu o que parecia impossível: venceu o Brasil por 2 a 1 e tornou-se campeã. O Maracanã se calou e o choro tomou conta do país do futebol.
O Brasil sentiria o gosto de erguer a taça pela primeira vez em 1958, na copa disputada na Suécia. Neste ano, apareceu para o mundo, jogando pela seleção brasileira, aquele que seria considerado o melhor jogador de futebol de todos os tempos: Edson Arantes do Nascimento, o Pelé.
Quatro anos após a conquista na Suécia, o Brasil voltou a provar o gostinho do título. Em 1962, no Chile, a seleção brasileira conquistou pela segunda vez a taça.
Em 1970, no México, com uma equipe formada por excelentes jogadores ( Pelé, Tostão, Rivelino, Carlos Alberto Torres entre outros), o Brasil tornou-se pela terceira vez campeão do mundo ao vencer a Itália por 4 a 1. Ao tornar-se tricampeão, o Brasil ganhou o direito de ficar em definitivo com a posse da taça Jules Rimet.
Após o título de 1970, o Brasil entrou num jejum de 24 anos sem título. A conquista voltou a ocorrer em 1994, na Copa do Mundo dos Estados Unidos. Liderada pelo artilheiro Romário, nossa seleção venceu a Itália numa emocionante disputa por pênaltis. Quatro anos depois, o Brasil chegaria novamente a final, porém perderia o título para o pais anfitrião: a França.
Em 2002, na Copa do Mundo do Japão / Coréia do Sul, liderada pelo goleador Ronaldo, o Brasil sagrou-se pentacampeão ao derrotar a seleção da Alemanha por 2 a 0.
Em 2006, foi realizada a Copa do Mundo da Alemanha. A competição retornou para os gramados da Europa. O evento foi muito disputado e repleto de emoções, como sempre foi. A Itália sagrou-se campeã ao derrotar, na final, a França pelo placar de 5 a 3 nos pênaltis. No tempo normal, o jogo terminou empatado em 1 a 1.
Em 2010, pela primeira vez na história, a Copa do Mundo será realizada no continente africano. A África do Sul será a sede do evento.
Em 2014, a Copa do Mundo será realizada no Brasil. O evento retornará ao território brasileiro após 64 anos, pois foi em 1950 que ocorreu a última copa no Brasil.

terça-feira, 8 de junho de 2010

localização geografica da Europa :p


A Europa constitui o segundo mais pequeno continente do nosso planeta, depois da Oceânia.

Na verdade, a Europa não é mais do que a continuação para Oeste do continente asiático, formando uma península.

O continente europeu localiza-se entre os 34º 51’ e os 71º 08’ de Latitude Norte e os 9º 32’ Oeste e 66º 12’ Este de Longitude.

É limitado a Norte pelo Oceano Glacial Árctico e a Sul pelo Mar Mediterrâneo, que o separa do continente africano. A Oeste fica o Oceano Atlântico e a Este situa-se a Ásia.

O Litoral Europeu

A costa européia é extensa e sofre influência das águas do Oceano Glacial Ártico e Atlântico, além de mares menores como o Cáspio e o Negro. A Europa é uma península e o seu litoral é composto por várias delas e inúmeras ilhas, dentre elas as principais são: ao norte, A península da Jutlãntica, península Escandinava; a oeste, ilhas Britânicas, ilha da Irlanda e ao sul a Península Ibérica, Itálica e Balcânica, além das ilhas de Creta, Sílicia, Sardenha, Córsega e Baleares.

Outra característica marcante do litoral europeu é a quantidade de estreitos que se apresentam nessa porção do continente, os principais são: Gilbraltar, Bósforos e Dardanelos.

Clima da Europa

Devido a localização geográfica do continente os climas que predominam são:

Clima de Montanha: apresenta-se em áreas montanhosas como os Alpes e os Pireneus, é caracterizado por invernos rigorosos com precipitação de neves e geadas e chuvas bem distribuídas durante o ano.

Temperado oceânico: há ocorrência de chuvas constantes com maior incidência no inverno e primavera com temperaturas amena.

Temperado continental: chuvas em menor quantidade em relação ao clima Temperado oceânico e amplitudes térmicas mais altas.

Subpolar ou ártico: é caracterizado por apresentar duas estações, inverno e verão, na primeira as temperaturas são extremamente baixas atingindo até – 50ºC e na segunda, que prevalece por um pequeno período, as temperaturas variam entre 16º e 21ºC.

Mediterrâneo: é formado por verões quentes (seco) e inverno (chuvoso) mais ameno, essa característica climática ocorre no sul da Europa.

Vegetação da Europa

Ao longo de toda extensão territorial do continente Europeu é possível identificar diversos tipos de cobertura vegetal, desse modo podemos destacar as principais:

Tundra: ocorre em áreas de clima ártico ou subpolar.

Floresta boreal ou coníferas: se apresentam nas regiões ao sul do continente.

Floresta temperada: é encontrada ao sul da floresta boreal.

Estepes: ao sul da floresta temperada.

Vegetação mediterrânea: ocorre em toda extensão sul da Europa.

http://www.minerva.uevora.pt/pag2002/geoatlas/paginas/local_geograf.htmg
http://www.mundoeducacao.com.br/geografia/o-continente-europeu.htm

terça-feira, 4 de maio de 2010

A independencia da América Inglesa *--*



Declaração de Independência dos Estados Unidos da América, impressa em 1776 por Hugh Gaine

Sustentamos essas verdades por serem evidentes por si mesmas: que todos os homens nascem iguais; que eles são dotados pelo Criador de certos direitos inalienáveis, entre os quais estão a vida, a liberdade e a busca da felicidade. Que, para garantir tais direitos, são instituídos governos entre os homens, derivando seus justos poderes do consentimento dos governados. Que, todas as vezes que qualquer forma de governo se torne destrutiva desses objetivos, é do direito do povo altera-la ou aboli-la [...]

MORRIS, Richard. Documentos básicos da história dos Estados Unidos. Rio de Janeiro/São Paulo/Lisboa: Fundo de Cultura, 1964, P. 37

Em 1776 os iluministas passaram das ideias para a prática. Em nome delas, os habitantes da América do Norte tomaram as armas e se libertaram do domínio da Inglaterra.

O processo de independência

Entre 1756 e 1763, ingleses e franceses se envolveram na Guerra dos Sete Anos, iniciada por causa da disputa de fronteiras entre suas colônias na América do Norte e na Índia. A Inglaterra aliou-se à Prússia para combater a França e seus aliados: Áustria, Rússia, Espanha e Saxônia.
Diversas batalhas foram travadas na Europa, na Ásia. Nas colônias inglesas da América do Norte, os indígenas se aliaram tanto aos franceses quanto aos ingleses e tiveram papel ativo nos combates.
Derrotada, a França cedeu aos ingleses o Canadá, o vale do Ohio e parte das Antilhas. Os espanhóis, que auxiliares os franceses na América, receberam deles o oeste do Mississipi, mas tiveram de ceder a Flórida à Inglaterra.