terça-feira, 31 de agosto de 2010

SISTEMA DE SUSTENTAÇÃO *-*~

Além de dar sustentação ao corpo, o esqueleto protege os órgãos internos e fornece pontos de apoio para a fixação dos músculos. Ele constitui-se de peças ósseas (ao todo 208 ossos no indivíduo adulto) e cartilaginosas articuladas, que formam um sistema de alavancas movimentadas pelos músculos.

O esqueleto humano pode ser dividido em duas partes:
1-Esqueleto axial: formado pela caixa craniana, coluna vertebral caixa torácica.
2-Esqueleto apendicular: compreende a cintura escapular, formada pelas escápulas e clavículas; cintura pélvica, formada pelos ossos ilíacos (da bacia) e o esqueleto dos membros (superiores ou anteriores e inferiores ou posteriores).
1-Esqueleto axial
1.1-Caixa craniana
Possui os seguintes ossos importantes: frontal, parietais, temporais, occipital, esfenóide, nasal, lacrimais, malares ("maçãs do rosto" ou zigomático), maxilar superior e mandíbula (maxilar inferior).
Observações:
Primeiro - no osso esfenóide existe uma depressão denominada de sela turca onde se encontra uma das menores e mais importantes glândulas do corpo humano - a hipófise, no centro geométrico do crânio.
Segundo - Fontanela ou moleira é o nome dado à região alta e mediana, da cabeça da criança, que facilita a passagem da mesma no canal do parto; após o nascimento, será substituída por osso.
1.2-Coluna vertebral
É uma coluna de vértebras que apresentam cada uma um buraco, que se sobrepõem constituindo um canal que aloja a medula nervosa ou espinhal; é dividida em regiões típicas que são: coluna cervical (região do pescoço), coluna torácica, coluna lombar, coluna sacral, coluna cocciciana (coccix).
1.3-Caixa torácica
É formada pela região torácica de coluna vertebral, osso esterno e costelas, que são em número de 12 de cada lado, sendo as 7 primeiras verdadeiras (se inserem diretamente no esterno), 3 falsas (se reúnem e depois se unem ao esterno), e 2 flutuantes (com extremidades anteriores livres, não se fixando ao esterno).

2- Esqueleto apendicular
2-1- Membros e cinturas articulares
Cada membro superior é composto de braço, antebraço, pulso e mão. O osso do braço – úmero – articula-se no cotovelo com os ossos do antebraço: rádio e ulna. O pulso constitui-se de ossos pequenos e maciços, os carpos. A palma da mão é formada pelos metacarpos e os dedos, pelas falanges.
Cada membro inferior compõe-se de coxa, perna, tornozelo e pé. O osso da coxa é o fêmur, o mais longo do corpo. No joelho, ele se articula com os dois ossos da perna: a tíbia e a fíbula. A região frontal do joelho está protegida por um pequeno osso circular: a rótula. Ossos pequenos e maciços, chamados tarsos, formam o tornozelo. A planta do pé é constituída pelos metatarsos e os dedos dos pés (artelhos), pelas falanges.
Os membros estão unidos ao corpo mediante um sistema ósseo que toma o nome de cintura ou de cinta. A cintura superior se chama cintura torácica ou escapular (formada pela clavícula e pela escápula ou omoplata); a inferior se chama cintura pélvica, popularmente conhecida como bacia (constituída pelo sacro - osso volumoso resultante da fusão de cinco vértebras, por um par de ossos ilíacos e pelo cóccix, formado por quatro a seis vértebras rudimentares fundidas). A primeira sustenta o úmero e com ele todo o braço; a segunda dá apoio ao fêmur e a toda a perna.
Juntas e articulações
Junta é o local de junção entre dois ou mais ossos. Algumas juntas, como as do crânio, são fixas; nelas os ossos estão firmemente unidos entre si. Em outras juntas, denominadas articulações, os ossos são móveis e permitem ao esqueleto realizar movimentos.
Ligamentos
Os ossos de uma articulação mantêm-se no lugar por meio dos ligamentos, cordões resistentes constituídos por tecido conjuntivo fibroso. Os ligamentos estão firmemente unidos às membranas que revestem os ossos.
Classificação dos ossos
Os ossos são classificados de acordo com a sua forma em:
A - Longos: têm duas extremidades ou epífises; o corpo do osso é a diáfise; entre a diáfise e cada epífise fica a metáfise. A diáfise é formada por tecido ósseo compacto, enquanto a epífise e a metáfise, por tecido ósseo esponjoso. Exemplos: fêmur, úmero
B- Curtos: têm as três extremidades praticamente equivalentes e são encontrados nas mãos e nos pés. São constituídos por tecido ósseo esponjoso. Exemplos: calcâneo, tarsos, carpos. C - Planos ou Chatos: são formados por duas camadas de tecido ósseo compacto, tendo entre elas uma camada de tecido ósseo esponjoso e de medula óssea Exemplos: esterno, ossos do crânio, ossos da bacia, escápula.

Revestindo o osso compacto na diáfise, existe uma delicada membrana - o periósteo - responsável pelo crescimento em espessura do osso e também pela consolidação dos ossos após fraturas (calo ósseo). As superfícies articulares são revestidas por cartilagem. Entre as epífises e a diáfise encontra-se um disco ou placa de cartilagem nos ossos em crescimento, tal disco é chamado de disco metafisário (ou epifisário) e é responsável pelo crescimento longitudinal do osso. O interior dos ossos é preenchido pela medula óssea, que, em parte é amarela, funcionando como depósito de lipídeos, e, no restante, é vermelha e gelatinosa, constituindo o local de formação das células do sangue, ou seja, de hematopoiese. O tecido hemopoiético é popularmente conhecido por "tutano". As maiores quantidades de tecido hematopoético estão nos ossos da bacia e no esterno. Nos ossos longos, a medula óssea vermelha é encontrada principalmente nas epífises.

Tendões ;~

Um tendão é uma fita ou cordão fibroso, formado por tecido conjuntivo, graças ao qual os músculos se inserem nos ossos ou nos outros órgãos.
Os tendões são estruturas fibrosas, com a função de manter o equilíbrio estático e dinâmico do corpo, através da transmissão do exercício muscular aos ossos e articulações.
Os tendões dos músculos podem ser longos, quer a origem dos mesmos, assim como a inserção podem estar separadas/passar por muitas articulações.
O conjunto do esforço de diversos grupos de músculos, produz movimentos de flexão, extensão, rotação, abdução, adução e circundação.
Os tendões são um tecido conjuntivo, com fibras colágeneas que se entrelaçam, permitindo a distribuição das forças de todas as partes do musculo. Os tendões estão unidos aos ossos por ligamentos anulares(retináculos).
Quando há muita mudança, ou movimento na direção do empuxe de uma articulação, o tendão é circundado pela bainha sinovial , porém se o movimento for limitado, mas existir pressão sobre o osso, ocorre uma bolsa sinovial entre o tendão e o osso. Portanto, a bainha sinovial do tendão, é como se a bolsa formasse um tubo ao redor do tendão, enrolada sobre o mesmo.
Determinados tendões ainda possuem alguns pequenos ossos associados, como por exemplo os ossos sesamóides, que servem como uma espécie de "roldana" para que o tendão deslize.
Estas estruturas possuem capacidade de regeneração, o que nos auxilia muito no tratamento das afecções do mesmo.
Esta regeneração se dá pela proliferação de células do tecido conjuntivo que os envolve.
O Tendão é uma fita ou cordão fibroso, constituído por tecido conjuntivo e que permite a inserção dos músculos aos ossos ou a outros órgãos por meio de ligamentos anulares ou retináculos. Estruturas fibrosas e com a função de manter o equilíbrio estático e dinâmico do corpo, os tendões são a parte esbranquiçada, rija e não-contrátil dos músculos estriados.
Diferem quanto à forma e à disposição, dependendo da sua união às fibras musculares. De cor branca nacarada (rosada), são formados por fibras não-elásticas que formam grupos ou feixes cobertos por tecido conjuntivo laxo, que os separam entre si.
Por serem formados por um tecido conjuntivo com fibras colágenas entrelaçadas entre si, permitem que a distribuição das forças de todas as partes do músculo.
Os tendões podem ser longos, assim como as inserções podem estar separadas ou passarem por muitas articulações. Alguns podem ainda possuir pequenos ossos sesamóides, que servem como um tipo de roldana para que deslizem.

Ligamentos &-)

Um ligamento é um feixe de tecido fibroso,formado por tecido conjuntivo denso modelado, e é mais ou menos comprido, largo e robusto, de forma aplanada ou arredondada, que une entre si duas cabeças ósseas de uma articulação (ligamento articular) ou mantém no seu local fisiológico habitual um órgão interno (ligamento suspensor). É constituído por fibras colágenas ordenadas em feixes compactos e paralelos, o que lhe constitui grande resistência mecânica.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

As Principais Áreas Industriais $.)


O trecho ocidental da Europa, que envolve principalmente a França e o Reino Unido,
é considerado uma das regiões
mais industrializadas de todo o
planeta. Vários aspectos
beneficiam o grande
desenvolvimento econômicoindustrial
desses países. Entre
eles destaca-se e presença de
recursos minerais e energéticos,
como as jazidas de carvão
mineral no Reino Unido, os
depósitos de petróleo no mar do
Norte e as jazidas de ferro e
bauxita na França. Este país
conta ainda aom uma grande
capacidade hidrelétrica
disponível, a partir dos rios que
descem dos Alpes e dos
Pireneus.
Os principais centros industriais dessa parte da Europa estão instalados junto a
grandes cidades, como Londres e Manchester, no Reino Unido, e Paris, Lyon e
Marselha, na França, e contam com as mais diversas atividades industriais –
siderurgia, metalúrgica, química, e petroquímica, aeronáutica, eletrônica, têxtil e
alimentícia.
Na porção central da Europa, o país que mais se destaca é a Alemanha, atualmente o
mais industrializado de todo o continente. Com mais de 80 milhões de hab. e
intensamente urbanizado, é considerado um dos países mais desenvolvidos do
planeta, com uma renda per capita que supera a marca dos 25.000 dólares anuais.
O mais importante recurso natural existente na Alemanha, que favoreceu todo o seu
processo de desenvolvimento industrial, é o carvão mineral. As jazidas distribuem-se
por diferentes pontos do país, porém com maior concentração na região drenada
pelas águas do rio Reno e de seu afluente, o Ruhr.
Graças à presença dessa importante
fonte de energia é que a região
conhecida como Vale do Rhur se
tornou a de maior concentração
industrial da Alemanha, em particular
do setor siderúrgico. Nesse vale, com
pouco mais de 5 mil Km2 e 8 milhões
de habitantes, localizam-se
importantes pólos urbanosindustriais,
como Colônia, Dortmund
e Essen.
Na verdade, em todo o Vale do Reno
observamos hoje a expansão do
parque industrial alemão, com uma
grande variedade de setores
industriais: metalúrgico, mecânico, de
máquinas e equi-pamentos, químico, petroquímico, automobilístico, eletrotécnico e
farmacêutico, entre outros. Na porção meridional do continente europeu, o país mais
industrializado é a Itália, cujo desenvolvimento industrial ocorreu de forma acelerada
no período do pós-guerra, apesar de seu território não contar com importantes
recursos naturais que pudessem favorecer a industrialização.
A rapidez da
industrialização italiana só
foi possível pela
participação direta e efetiva
do Estado, que facilitou o
processo através de
medidas de estímulo fiscal e
da criação de infraestrutura,
bem como por
meio da instalação de
grandes empresas
industriais estatais,
particularmente voltadas
para os setores da indústria de base, como a siderurgia e a petroquímica.
Tudo isso esteve aliado `a entrada maciça de capitais estrangeiros na forma de
investimentos diretos, com a instalação de indústrias transnacionais, e de
investimentos indiretos, na forma de aplicações no mercado financeiro italiano.
Também muito contribuiu para esse desenvolvimento industrial a entrada de divisas
por meio do turismo, uma das atividades mais significativas da economia italiana.
A principal área de concentração industrial da Itália, responsável por cerca de 70% de
toda a produção industrial do país, é o Vale do Pó, no norte, uma extensa planície
cortada de oeste para leste pelo rio Pó. Aí se destacam importantes pólos industrias,
como Milão, Turim e Gênova, com produções diversificadas, a exemplo dos setores
siderúrgicos, químicos, petroquímico, de pneumáticos, automobilístico e outros.
No leste da Europa existem dois países que se destacam na atividade industrial: a
Rússia e a Ucrânia, cuja produção ainda reflete o longo período – mais de 70 anos –
em que essas duas nações tiveram economia socialista. Assim, o parque industrial se
volta fundamentalmente para o setor de bens de produção, e as industrias de base se
espalham por todo o território, especialmente junto às áreas mais ricas em recursos
minerais e de fontes de energia.



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Revolução Liberal do Porto +.+


A Revolução Liberal do Porto foi um movimento militar iniciado em agosto de 1820 na cidade do Porto, ao norte de Portugal, espalhando-se rapidamente para outras regiões do país até chegar à capital, Lisboa. Nesse caminho, conquistou o apoio da burguesia, do clero, da nobreza e do Exército - enfim, dos mais importantes estratos sociais portugueses.

Embora tenha se passado na Europa, a Revolução de 1820 está intimamente ligada aos rumos da história brasileira no século 19. Em 1820, Portugal se encontrava numa situação de crise econômica, política e social. Em primeiro lugar porque, desde 1808, a Família Real não estava mais na metrópole, e, sim, no Brasil, para onde tinha fugido da invasão das tropas francesas lideradas por Napoleão Bonaparte.

A transferência da Corte portuguesa para sua maior colônia trouxe novos desafios para o rei e profundas conseqüências para Portugal. A abertura dos portos brasileiros, por exemplo, pôs fim ao monopólio comercial português sobre o Brasil, que havia perdurado durante praticamente três séculos. Essa medida afetou a economia lusitana e, em especial, a burguesia comercial do país, favorável ao restabelecimento da ordem anterior.

A nobreza, por sua vez, havia perdido uma série de privilégios que possuía até então como integrante da Corte portuguesa - agora, não mais em Lisboa, mas, sim, no Rio de Janeiro. Quanto ao Exército, desde a transferência da Família Real para o Brasil, ficou sob o comando do marechal inglês Beresford, a quem dom João 6° confiou o governo português durante sua ausência. Enfim, o cenário em Portugal naquele momento parecia contrastar com a suposta prosperidade e importância do Brasil. Não é difícil, portanto, entender por que cada um desses setores acabou apoiando o movimento de 1820.
A influência liberal
Naquele mesmo ano, outras regiões da Europa (como Espanha, Grécia e a cidade de Nápoles) passaram por revoluções liberais. Sob influência desses movimentos, as Cortes portuguesas também procuraram formar um governo liberal no país, subordinando a Coroa ao Legislativo (isso é, criando uma monarquia constitucional), garantindo direitos aos cidadãos portugueses e enfrentando a crise em que o país se encontrava.

Para atender ao último objetivo, as Cortes defendiam a volta imediata do rei para Portugal e o restabelecimento do monopólio comercial sobre o Brasil. Havia, portanto, uma visível contradição no movimento de 1820: se ele era liberal para os portugueses, em relação ao Brasil, a revolução buscava nada mais do que retomada do colonialismo. Atender às propostas liberais, portanto, significaria o retorno do Brasil à condição de colônia.

Enquanto elaboravam a nova Constituição do país, as Cortes portuguesas adotaram a Carta Magna espanhola, de inspiração liberal. Ao mesmo tempo, no Brasil, chegavam as primeiras notícias da Revolução do Porto. E, com elas, as divisões em torno do movimento iniciado em Portugal.
Divisões internas
As primeiras notícias da Revolução do Porto chegaram ao Brasil somente dois meses após o início do movimento. Logo a sociedade brasileira (incluindo os portugueses que viviam na colônia) se dividiu, fosse em razão das ambigüidades da própria Revolução do Porto ou mesmo dos seus interesses específicos.

Em linhas gerais, sob o ponto de vista ideológico, havia os que se prendiam ao caráter liberal e os que ressaltavam seu aspecto colonialista. Os primeiros acreditavam que a revolução acabaria com o absolutismo, garantiria ao Brasil a condição de Reino Unido e eliminaria os privilégios remanescentes. Os outros enxergavam no movimento a chance de restabelecer o monopólio comercial e os privilégios de que desfrutavam outrora.

Sob o ponto de vista dos interesses específicos de cada estrato social ou região, o Brasil também se dividiu. Nas províncias do Centro-Sul, predominou a posição contrária às reivindicações das Cortes portuguesas, como o retorno da Família Real à Europa. Muitos setores temiam perder os privilégios e o poder conquistados desde que dom João 6° chegara ao Brasil, quando a colônia fora elevada à condição de Reino Unido.

No Norte e Nordeste, contudo, a posição foi outra. Amplos setores tinham sido prejudicados pela autonomia dada ao Brasil desde 1808. Ao mesmo tempo, a preponderância do Rio de Janeiro - sede da Corte - sobre essas regiões sempre foi um fator latente de conflito. Também por isso, ali ocorreram as principais manifestações em favor da Revolução do Porto.

Embora o movimento de 1820 ameaçasse limitar seus poderes, dom João 6° assumiu uma postura conciliatória em relação às Cortes portuguesas. Contudo, a radicalização política no Brasil o forçaria a jurar fidelidade à nova Constituição portuguesa - que sequer existia, mas à qual deveria se submeter. No dia 26 de abril de 1821, a Família Real retornou a Lisboa, com exceção de dom Pedro, que assumiu a função de regente.

Mesmo com a participação de deputados brasileiros, as Cortes portuguesas terminaram se inclinando, em meio à ambigüidade de suas propostas, para uma posição em favor do colonialismo. O ponto de inflexão ocorreu em dezembro daquele ano, quando as Cortes exigiram a volta imediata de dom Pedro a Portugal. O que se viu a partir de então foi uma sucessão de acontecimentos que levariam à Independência do Brasil, em setembro de 1822.


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O processo de independencia *)


Introdução
A Independência do Brasil é um dos fatos históricos mais importantes de nosso país, pois marca o fim do domínio português e a conquista da autonomia política. Muitas tentativas anteriores ocorreram e muitas pessoas morreram na luta por este ideal. Podemos citar o caso mais conhecido: Tiradentes. Foi executado pela coroa portuguesa por defender a liberdade de nosso país, durante o processo da Inconfidência Mineira.
Dia do Fico
Em 9 de janeiro de 1822, D. Pedro I recebeu uma carta das cortes de Lisboa, exigindo seu retorno para Portugal. Há tempos os portugueses insistiam nesta idéia, pois pretendiam recolonizar o Brasil e a presença de D. Pedro impedia este ideal. Porém, D. Pedro respondeu negativamente aos chamados de Portugal e proclamou : "Se é para o bem de todos e felicidade geral da nação, diga ao povo que fico."
O processo de independência
Após o Dia do Fico, D. Pedro tomou uma série de medidas que desagradaram a metrópole, pois preparavam caminho para a independência do Brasil. D. Pedro convocou uma Assembléia Constituinte, organizou a Marinha de Guerra, obrigou as tropas de Portugal a voltarem para o reino. Determinou também que nenhuma lei de Portugal seria colocada em vigor sem o " cumpra-se ", ou seja, sem a sua aprovação. Além disso, o futuro imperador do Brasil, conclamava o povo a lutar pela independência.
O príncipe fez uma rápida viagem à Minas Gerais e a São Paulo para acalmar setores da sociedade que estavam preocupados com os últimos acontecimento, pois acreditavam que tudo isto poderia ocasionar uma desestabilização social. Durante a viagem, D. Pedro recebeu uma nova carta de Portugal que anulava a Assembléia Constituinte e exigia a volta imediata dele para a metrópole.
Estas notícias chegaram as mãos de D. Pedro quando este estava em viagem de Santos para São Paulo. Próximo ao riacho do Ipiranga, levantou a espada e gritou : " Independência ou Morte !". Este fato ocorreu no dia 7 de setembro de 1822 e marcou a Independência do Brasil. No mês de dezembro de 1822, D. Pedro foi declarado imperador do Brasil.
Pós Independência
Os primeiros países que reconheceram a independência do Brasil foram os Estados Unidos e o México. Portugal exigiu do Brasil o pagamento de 2 milhões de libras esterlinas para reconhecer a independência de sua ex-colônia. Sem este dinheiro, D. Pedro recorreu a um empréstimo da Inglaterra.
Embora tenha sido de grande valor, este fato histórico não provocou rupturas sociais no Brasil. O povo mais pobre se quer acompanhou ou entendeu o significado da independência. A estrutura agrária continuou a mesma, a escravidão se manteve e a distribuição de renda continuou desigual. A elite agrária, que deu suporte D. Pedro I, foi a camada que mais se beneficiou.


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terça-feira, 10 de agosto de 2010

Consentração Industrial *-*


Encontram-se nas planícies orientais (embora apresentem hoje tendência de descentralização). As indústrias pesadas siderúrgicas, metalúrgicas, químicas e de equipamentos, situam-se principalmente na Manchuria, em Pequim, no vale do Yang Tsé-Kiang (rio Azul - em Nanquim, Xangai, Wuhan) e no Cantão (próximo a Hong Kong). As indústrias leves como a têxtil, concentra-se, tradicionalmente, em Xangai, Pequim e Tientsin. E em centros recentes como Tsingtao e Sian. Já as indústrias alimentícias e artesanais encontram-se espalhadas pelo país.

Em termos energéticos a China é o 1° produtor mundial de carvão e o 4° de Petróleo, demonstrando a riqueza de seu sub solo. No nordeste do país ao alongo do rio Huang Ho (rio Amarelo), o potencial hidrelétrico parcialmente explorado, detém a 5ª maior produção de eletricidade.

Atividades:

Pesquisar e elaborar texto com os temas:

- A formação de blocos supranacionais - União Européia: precursora na formação de bloco econômico.

- Da desintegração da URSS a constituição da CEI e a importância da Rússia para a integração da CEI no processo de globalização econômica.

- China: Um país, dois sistemas.